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19/03/2017

Metaskills

Livro Metaskills

«... Many of our policymakers believe if we just double down on testing standards and push harder on STEM subjects - science, technology, engeneering, mathematics - we'll revive the economy and compete better with countries that are taking our jobs. This is not a strategic direction for any developed country. The world doesn't want human robots. It wants creative people with exceptional imagination and vision - and standardized testing won't get us there.»

Marty Neumeier, in "Metaskills - five talents for the robotic age"

01/02/2016

Livro: The Glass Cage

The Glass Cage: How our computers are changing us, de Nicholas Carr, não deve ser entendido como um livro "anti-tecnologia" ou um manifesto contra o uso, cada vez maior, das Tecnologias de Informação e Comunicação no nosso dia-a-dia. The Glass Cage traz à luz vários trabalhos que pretendem mostrar o efeito, nem sempre benéfico, das tecnologias.

É incontestável que as tecnologias estão cada vez mais enraizadas na vida de todos nós, alterando processos e relações sociais. Mas se é compreendido que estas acarretam alguns benefícios sociais e de bem-estar, não são suficiente e devidamente encarados os aspectos menos positivos da sua dependência, em especial os resultantes da automatização.

Na óptica de Nicholas Carr, e dos autores cujos trabalhos são citados, através da automatização de processos, sejam eles fabris, de serviços ou mesmo de apoio à tomada de decisão (selecção de informação decorrentes de algoritmos e/ou selecção ou construção de padrões), estão a criar-se condições para um distanciamento do Homem em relação ao Conhecimento. Chama-nos a atenção que a partir do momento em que o Homem assume o papel apenas de controlador da tecnologia - onde apenas tem que verificar ou controlar o bom funcionamento do processo automatizado - deixa de desenvolver ou possuir uma curiosidade sobre o próprio processo: o seu porquê e o como. Estes cenários empíricos, que indiciam uma espécie de retrocesso civilizacional na aquisição de competências, assentam na tónica de que esta aquisição, ao longo de vários séculos - ou mesmo milénios -, decorre da capacidade do ser humano aprender através da execução e superação de desafios, isto é, a tentativa e falha - learn by doing.

«Automation severs ends from means. It makes getting what we want easier, but it distances us from the work ok knowing. As we transform ourselves into creatures of the screen, we face the same existential question that the Shushwap confronted: Does our essence still lie in what we know, or are we now content to be defined by what we want?»

O livro de Nicholas Carr, e os estudos que nele são mencionados, não advogam que devamos rejeitar liminarmente a tecnologia e o seu desenvolvimento. Apenas nos alerta para que a adopção das tecnologias seja cautelosamente pensada e avaliada por todos os prismas. A sua implementação e apropriação deve ser analisada em termos de facilitação e bem-estar, mas não deve ser descurado o seu verdadeiro e mais profundo impacto social.


Sinopse:

«In The Glass Cage: How Our Computers Are Changing Us, his widely praised follow-up to the Pulitzer Prize-nominated The Shallows, bestselling author Nicholas Carr explores how our ever growing dependency on computers, apps, and robotics is reshaping our jobs, talents, and lives.
Digging behind the headlines about artificial intelligence and self-driving cars, digitized medicine and workplace robots, Carr explores the hidden costs of granting software dominion over our work and our leisure. Drawing on studies that underscore how tightly our sense of happiness and personal fulfillment is tied to performing skilled work in the real world, he reveals something we already suspect: shifting our attention to computer screens can leave us disengaged and discontented. Our lives may be easier inside the glass cage, but something essential is missing.

From doctors’ offices to the cockpits of passenger jets, from the frozen hunting grounds of Inuit tribes to the sterile landscapes of GPS maps, The Glass Cage explores the impact of automation from a deeply human perspective. Mixing history and philosophy, poetry and science, the book culminates in a moving meditation on how we can use technology to expand the human experience rather than narrow it.»

25/06/2010

Ideia estúpida!

Provavelmente esta é a ideia MAIS ESTÚPIDA que alguma vez vi, li ou ouvi:

«Youtube has decided to get into the Vuvuzela craze. Now available on some videos in the lower right hand corner is a soccer icon. When Clicked it will play a loop of a blowing Vuvuzela horn. Love them or hate them people can't seem to get enough of the controversial horns.»

Esperava um pouco mais da Google...


Vuvuzela, esse "instrumento" tradicional sul-africano perfeitamente dispensável:

«The credit goes to FIFA chairman and organizing committee of the event that resisted the complaints by adding that Vuvuzela is but South Africa’s traditional musical instrument and it would be not be justifiable to ban a traditional musical instrument in its own country of origin.»


Fomos, em tempos, capazes de passar tantos dos nossos hábitos e costumes ao Mundo, por isso creio que não seria difícil passar um pouco da nossa capacidade de auto-destruição do que é tradicional ao povo sul-africano para minimizar o impacto da vuvuzela: se somos capaz de destruir algo tão tradicional como a língua portuguesa, importando expressões e palavras estrangeiras, acredito que com menos esforço, na África do Sul, o "instrumento" poderia ser tradicionalmente transformado por forma a emitir um som menos incomodativo, irritante e prejudicial!
... irra!

26/03/2010

Coro virtual

O compositor Eric Whitacre lançou um desafio aos cibernautas: fazer gravações enquanto cantavam a musica Lux Aurumque.
Foram muitas os vídeos recolhidos. Foram compilados 185 de 12 países e o resultado foi este coro virtual:






Fantástico!!

27/02/2010

Ed Ulbrich: How Benjamin Button got his face

Não vi o filme. Este pequeno vídeo (cerca de 18 minutos) fez despertar a curiosidade, pela tecnologia envolvida e pioneira.

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