Com títulos e primeiras páginas de jornais assim, como é que poderemos achar que temos uma Comunicação Social isenta e credível?!
Impossível!
no Jornal de Notícias de hoje (25.06.2010):
«Recusa dos chips deixa portagens em suspenso»
mas depois, numa visita ao site do jornal lemos que «A introdução de portagens nas SCUT no próximo dia 1 ainda está em aberto. Apesar de os partidos da Oposição terem ontem chumbado a obrigatoriedade de instalação de chips nos automóveis, Governo e PSD mostraram-se disponíveis a prosseguir as negociações.»
no Jornal i de hoje (25.06.2010):
«Portagens nas Scuts avançam apesar do chumbo no Parlamento»
lendo-se no site que «A oposição chumbou ontem a legislação da matrícula electrónica que permite cobrar as Scut (auto-estradas sem custos para o utilizador). Mas quem achava que a revogação da lei bastava para travar as portagens a 1 de Julho nas Scut a norte do país estava enganado. O ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, assegurou ontem a intenção do governo em avançar com a cobrança dentro do calendário.»
Afinal, estão suspensas ou avançam?!
... é este o nosso jornalismo, é este o nosso "Quarto Poder". E que precisa duma grande limpeza! Mas quando os próprios profissionais da classe não fazem por "separar o trigo do joio"...
Porque a nostalgia está na moda, também eu manifesto a minha: "ahhh, que saudades do velho jornalismo"!
25/06/2010
23/06/2010
Jogos de tabuleiro
Aqui fica um link para quem gosta de jogos de tabuleiro, especialmente os mais antigos:
http://dreamwithboardgame.blogspot.com/
... revi aqui alguns jogos da minha infância... pena que os meus jogos não tenham sobrevivido ao tempo e à "mãos de criança"...
Ainda bem que há quem tenha tido o bom senso de guardar estas memórias!!
http://dreamwithboardgame.blogspot.com/
... revi aqui alguns jogos da minha infância... pena que os meus jogos não tenham sobrevivido ao tempo e à "mãos de criança"...
Ainda bem que há quem tenha tido o bom senso de guardar estas memórias!!
16/06/2010
De volta...
08/06/2010
Foi há 70 anos...
Há 70 anos atrás era inaugurado um dos parques temáticos, na minha opinião, mais espectaculares em Portugal.
Eu não estava lá, naturalmente, mas aquele espaço faz parte do meu imaginário infantil... tive oportunidade de o visitar há muito pouco tempo... e, como aconteceu quando o visitei como criança, adorei!
É um lugar a visitar tanto pelos mais velhos, um pouco de nostalgia não faz mal a ninguém, e pelos mais pequenotes que se vão divertir à brava!
Conta actualmente com uma série de actividades para toda a família.
A não perder!
Parabéns ao "Portugal dos Pequenitos"!!
Eu não estava lá, naturalmente, mas aquele espaço faz parte do meu imaginário infantil... tive oportunidade de o visitar há muito pouco tempo... e, como aconteceu quando o visitei como criança, adorei!
É um lugar a visitar tanto pelos mais velhos, um pouco de nostalgia não faz mal a ninguém, e pelos mais pequenotes que se vão divertir à brava!
Conta actualmente com uma série de actividades para toda a família.
A não perder!
Parabéns ao "Portugal dos Pequenitos"!!
04/06/2010
Pilares da desconfiança
Quando as bolsas andam num corrupio, as economias altamente instáveis e os governos a aplicar medidas de austeridade para aguentarem as suas finanças, é nas agências financeiras (empresas privadas) como esta que os mercados procuram regulação e pilares de confiança:
«O presidente executivo da Moody's admite que a agência de notação financeira falhou na atribuição de 'ratings' nos últimos anos que antecederam a crise financeira nos EUA.
Raymond McDaniel diz que os ‘ratings' que a agência atribuiu a produtos financeiros complexos e assegurados por hipotecas de alto risco, durante os últimos anos foram "profundamente decepcionantes".»
Este senhor diz ainda que «que o colapso do mercado imobiliário e a consequente crise foram de uma magnitude que "muitos de nós pensávamos ser inimaginável"»... Ainda bem que os relatórios que produzem (pena não sabermos quem são os seus clientes) se baseiam em previsões!
E andamos todos nós entregues a estes bichos!
«O presidente executivo da Moody's admite que a agência de notação financeira falhou na atribuição de 'ratings' nos últimos anos que antecederam a crise financeira nos EUA.
Raymond McDaniel diz que os ‘ratings' que a agência atribuiu a produtos financeiros complexos e assegurados por hipotecas de alto risco, durante os últimos anos foram "profundamente decepcionantes".»
Este senhor diz ainda que «que o colapso do mercado imobiliário e a consequente crise foram de uma magnitude que "muitos de nós pensávamos ser inimaginável"»... Ainda bem que os relatórios que produzem (pena não sabermos quem são os seus clientes) se baseiam em previsões!
E andamos todos nós entregues a estes bichos!
30/05/2010
The Best Party - O Melhor Partido
Pode parecer uma piada, mas não é!
Este é um vídeo de campanha do partido islandês chamado "Melhor Partido" (Besti Flokkurinn), fundado há 6 meses pelo comediante Jon Garr.
Concorreu às eleições locais na capital do país, Reykjavik, com a promessa de ter um Parlamento livre de drogas até 2020, toalhas grátis em todas as piscinas, um urso polar para o jardim zoológico e até uma Disneyland!!
E espantem-se: ganharam!!
Derrotaram o histórico Partido da Independência (fundado em 1929) que actualmente detêm o poder (em coligação) na Islândia.
.
.
O "Melhor Partido" conquistou 34,7% do eleitorado contra 33,6% do Partido da Independência.
Ainda não se sabe se os vencedores irão assumir a vitória e, consequentemente, o cargo, ou se abdicarão para o PI.
Mais do que uma crença nas promessas deste partido, dizem os comentadores políticos locais, e faz todo o sentido, esta vitória representa um voto de protesto à actual governação da Islândia.
Há com cada um...
Este é um vídeo de campanha do partido islandês chamado "Melhor Partido" (Besti Flokkurinn), fundado há 6 meses pelo comediante Jon Garr.
Concorreu às eleições locais na capital do país, Reykjavik, com a promessa de ter um Parlamento livre de drogas até 2020, toalhas grátis em todas as piscinas, um urso polar para o jardim zoológico e até uma Disneyland!!
E espantem-se: ganharam!!
Derrotaram o histórico Partido da Independência (fundado em 1929) que actualmente detêm o poder (em coligação) na Islândia.
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O "Melhor Partido" conquistou 34,7% do eleitorado contra 33,6% do Partido da Independência.
Ainda não se sabe se os vencedores irão assumir a vitória e, consequentemente, o cargo, ou se abdicarão para o PI.
Mais do que uma crença nas promessas deste partido, dizem os comentadores políticos locais, e faz todo o sentido, esta vitória representa um voto de protesto à actual governação da Islândia.
Há com cada um...
28/05/2010
Google Chrome - testes de velocidade
Eis alguns testes à velocidade do browser de Internet da Google, o Google Chrome:
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Derrube do poder político
Tudo serve para derrubar o poder político: calunia, escárnio, comissões de inquérito, golpes de Estado, atentados à bomba, atentados à coroa de flores...
Pois se não acreditam, ora aqui está a prova como o Presidente da Ucrânia foi vil e barbaramente atacado por uma terrorista coroa de flores. Bastou desviar os olhos por segundos...
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Será que haverá algum partido político ou organização em Portugal aproveite a ideia?
Pois se não acreditam, ora aqui está a prova como o Presidente da Ucrânia foi vil e barbaramente atacado por uma terrorista coroa de flores. Bastou desviar os olhos por segundos...
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Será que haverá algum partido político ou organização em Portugal aproveite a ideia?
De volta ao processo da Globalização...
Quase uma semana sem serviço de Internet é obra!
Acontece... Mas agora estou de volta...
Acontece... Mas agora estou de volta...
21/05/2010
O relógio
Quando ouço alguns partidos a bradar a todos que há 5 anos que andam a pregar para a desgraça de Portugal e que, ainda com algumas inverdades, omissões e mentiras, atingimos o ponto que todos eles haviam previsto, que nem Zandinga, lembro-me duma velha e grande verdade:
"mesmo um relógio parado indica a hora correcta duas vezes por dia"!
Lá demagogia há aos molhos... como o alecrim.
Vale a pena ler esta crónica:
«De facto, o crescimento das exportações de bens de 5% em Janeiro, 12% em Fevereiro e de mais de 20% em Março é em parte explicado pela alteração da estrutura de exportações e pela evolução que o País está a conseguir na conquista de novos mercados, fugindo à sina do baixo crescimento dos mercados europeus.
Os dados do primeiro trimestre para os bens e também para os serviços, e as indicações que já existem sobre a evolução em Abril, tornam inevitável que as instituições internacionais, que até há pouco tempo previam crescimentos das exportações portuguesas entre 1.3 e 3.8% em 2010, estejam a rever estes números.
A alteração da estrutura sectorial e dos mercados das exportações portuguesas pode ser o garante de um crescimento saudável da economia portuguesa em 2010, contrariando o efeito recessivo que as medidas de consolidação terão no segundo semestre. Mas, principalmente, a evolução da última década e meia e do primeiro trimestre de 2010 mostram que as crónicas sobre a morte da competitividade portuguesa eram claramente exageradas.»
"mesmo um relógio parado indica a hora correcta duas vezes por dia"!
Lá demagogia há aos molhos... como o alecrim.
Vale a pena ler esta crónica:
«De facto, o crescimento das exportações de bens de 5% em Janeiro, 12% em Fevereiro e de mais de 20% em Março é em parte explicado pela alteração da estrutura de exportações e pela evolução que o País está a conseguir na conquista de novos mercados, fugindo à sina do baixo crescimento dos mercados europeus.
Os dados do primeiro trimestre para os bens e também para os serviços, e as indicações que já existem sobre a evolução em Abril, tornam inevitável que as instituições internacionais, que até há pouco tempo previam crescimentos das exportações portuguesas entre 1.3 e 3.8% em 2010, estejam a rever estes números.
A alteração da estrutura sectorial e dos mercados das exportações portuguesas pode ser o garante de um crescimento saudável da economia portuguesa em 2010, contrariando o efeito recessivo que as medidas de consolidação terão no segundo semestre. Mas, principalmente, a evolução da última década e meia e do primeiro trimestre de 2010 mostram que as crónicas sobre a morte da competitividade portuguesa eram claramente exageradas.»
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